Greve parou produção na <em>Opel</em>
A greve de dia 10, na fábrica da Opel da Azambuja, paralisou a linha de produção de automóveis, onde teve uma adesão de 97 por cento, segundo a Comissão de Trabalhadores.
No dia da paralisação, convocada em protesto contra as propostas salariais e de acordo social da administração, os trabalhadores ocuparam os seus postos de trabalho, embora sem iniciarem a laboração. Paulo Vicente, da CT, disse à Agência Lusa que a greve se deveu «à atitude anti-negocial da administração» e explicou que «estamos a aguardar que a GM Portugal, que tem tido uma atitude de imposição daquilo que pretende, pondere e nos chame à mesa de negociações para discutirmos ambas as propostas».
À reivindicação de um aumento salarial de 75 euros, a administração contrapôs uma actualização de apenas 2 por cento, correspondente ao valor da inflação esperada para 2005. «Esquecem-se que a inflação do ano passado não está a ser reposta. Deve haver reposição e depois o aumento salarial. Foi isso que aconteceu em anos anteriores e agora querem deixar para trás a inflação do ano passado», frisou o representante dos trabalhadores.
Por outro lado, continuou, «a administração pretende condicionar as questões salariais às da flexibilidade, quando os trabalhadores se predispõem a falar destas após as negociações salariais».
Um porta-voz da empresa, também citado pela Lusa, afirmava nesse dia que não estavam fechadas as portas a reunir com os representantes dos trabalhadores. Posteriormente, a administração acabou por propor a retoma das negociações.
Em plenário realizado segunda-feira, os trabalhadores reagiram a esta atitude. Embora a proposta da empresa não tivesse sido alterada, ficou decidido aguardar alguns dias pelos resultados das reuniões. Oportunamente, os operários serão chamados a analisar a situação e, caso se mostre necessário, definirão acções de luta.
No dia da paralisação, convocada em protesto contra as propostas salariais e de acordo social da administração, os trabalhadores ocuparam os seus postos de trabalho, embora sem iniciarem a laboração. Paulo Vicente, da CT, disse à Agência Lusa que a greve se deveu «à atitude anti-negocial da administração» e explicou que «estamos a aguardar que a GM Portugal, que tem tido uma atitude de imposição daquilo que pretende, pondere e nos chame à mesa de negociações para discutirmos ambas as propostas».
À reivindicação de um aumento salarial de 75 euros, a administração contrapôs uma actualização de apenas 2 por cento, correspondente ao valor da inflação esperada para 2005. «Esquecem-se que a inflação do ano passado não está a ser reposta. Deve haver reposição e depois o aumento salarial. Foi isso que aconteceu em anos anteriores e agora querem deixar para trás a inflação do ano passado», frisou o representante dos trabalhadores.
Por outro lado, continuou, «a administração pretende condicionar as questões salariais às da flexibilidade, quando os trabalhadores se predispõem a falar destas após as negociações salariais».
Um porta-voz da empresa, também citado pela Lusa, afirmava nesse dia que não estavam fechadas as portas a reunir com os representantes dos trabalhadores. Posteriormente, a administração acabou por propor a retoma das negociações.
Em plenário realizado segunda-feira, os trabalhadores reagiram a esta atitude. Embora a proposta da empresa não tivesse sido alterada, ficou decidido aguardar alguns dias pelos resultados das reuniões. Oportunamente, os operários serão chamados a analisar a situação e, caso se mostre necessário, definirão acções de luta.